the work

The Work é uma poderosa ferramenta de investigação de pensamentos que nos fazem sofrer e criam separação. Com ele podemos nos libertar da prisão de pensamentos negativos e repetitivos, criando mais liberdade e harmonia em nossas vidas.

Segunda-feira, Novembro 20, 2006

Existem apenas 3 tipos de trabalho

O meu, o seu e o de Deus.

(Acredite você em Deus ou em um Poder Maior)

Se você está vivendo sua vida, e eu estiver mentalmente vivendo sua vida, então, quem estará aqui para mim?

Claro que estarei sozinho.

Estar mentalmente nos "negócios" alheios me impede de estar presente em meus próprios "negócios". Assumir que sei o que é melhor para você é pura arrogância.

Afinal, eu posso realmente saber mais do que você ou Deus sobre sua própria vida e bem-estar?

Esta arrogância só me traz tensão, preocupação e ansiedade.

Terça-feira, Novembro 14, 2006

Quem é Byron Katie

“The Work” começou em uma manhã de fevereiro de 1986, quando Byron Kathleen Reid - uma mulher de 43 anos de uma pequena cidade na Califórnia - acordou no chão de uma casa de reabilitação, em um completo beco sem saída em sua vida, e começou a rir.

Em meio a uma vida Americana comum – segundo casamento, crianças, uma carreira de sucesso trabalhando com imóveis – Katie há sete anos entrava cada vez mais na paranóia e no desespero. Durante os dois anos anteriores, ela havia estado tão deprimida que raramente saía de casa, ficando na cama durante semanas, incapaz até mesmo de escovar os dentes. Durante aqueles anos, seu marido sofrera quatro ataques do coração e, no final, acabou tendo que colocar Katie em um centro de reabilitação para mulheres com distúrbios alimentares. As outras internas tinham tanto medo dela, que ela foi colocada sozinha em um quarto no sótão.

O que aconteceu em seguida, é difícil de compreender. Katie acordou um dia, no chão de seu quarto e observou uma barata rastejando sobre seu pé descalço. Naquele momento, ela perdeu todos os conceitos que tinha sobre quem, onde e o que ela era. Ela despertou para um estado de ser fundamental e luminoso, que é sem separação e que experimenta a si mesmo como puro amor. Como os grandes mestres espirituais de várias tradições, ela sabia que havia chegado ao fim da confusão e do sofrimento. Ela percebeu que seu entendimento anterior sobre a vida havia sido completamente modificado. Naquele momento ela explodiu em gargalhadas.

Levou anos para que Katie aprendesse como falar sobre seu estado de espírito; ela não tinha um contexto externo no qual se basear sobre o despertar de sua consciência. Ela nunca havia meditado, nem estado remotamente interessada em espiritualidade, nem mesmo já havia lido um livro “espiritualista”. Ela tinha apenas sua própria experiência para guiá-la. Mas começou a se espalhar um boato sobre uma “senhora luminosa” em Barstow, e muitas pessoas sentiram-se magneticamente atraídas para ela. Katie convenceu-se de que não era sua presença pessoal que era necessária, mas uma maneira de as pessoas descobrirem por si mesmas o que ela havia descoberto. Disso veio um método simples de auto investigação que ela chamou de “The Work”.

Katie começou a compartilhar-lo onde quer que fosse convidada – no início, em pequenas reuniões em salas de estar de residências e, finalmente, em muitos países, para auditórios de centenas de pessoas. Pelo final de 1999, aproximadamente 200.000 pessoas haviam participado de pelo menos uma apresentação introdutória do “The Work” e 36.000 pessoas já haviam participado do curso de fim de semana com Katie, ou do intensivo de uma semana.

Hoje em dia, há centenas de grupos em cidades por todo os EUA. Eles também estão crescendo por toda a Europa e na maior parte do mundo desenvolvido, de cidades da África do Sul, até a Prisão De Koepel na Holanda, ao sistema de justiça juvenil em Los Angeles, Califórnia. Katie faz apresentações públicas mais ou menos dez vezes por mês.

Segunda-feira, Novembro 06, 2006

Iyanla Vanzant fala do The Work

Após 26 anos no caminho spiritual, eu pude finalmente colocar tudo o que eu aprendi em duas palavras: “The Work”. Byron Katie captou de forma majestosa todos os elementos que podem causar sofrimento nos seres humanos e sintetizou-os em quatro simples, porém elegantes, perguntas que irão curar o que quer que seja que te aflija. De fato, têm sido a minha experiência que se as pessoas são capazes de responder as perguntas do The Work, de forma consciente e honesta, elas não serão somente curadas, mas também vão experimentar uma re-estruturação molecular do seu DNA e de suas vidas. Qualquer um que esteja seriamente buscando a sua própria cura ou evolução precisa aprender como fazer o The Work e fazê-lo todos os dias, para o resto de suas vidas. Eu estou falando sério, e eu faço o The Work todos os dias.

Iyanla Vanzant, Autora do Livro “Um Dia a Minha Alma Se Abriu por Inteiro”

Domingo, Novembro 05, 2006

Princípios básicos

"O que eu amo à respeito do The Work é que ele permite que você vá fundo dentro de você mesmo para encontrar a sua própria felicidade, para experimentar o que já existe dentro de você, imutável, sempre presente e sempre esperando. Nenhum professor é necessário. Você é aquele que pode acabar com todo o seu sofrimento.

Eu sempre digo: "Não acredite em nada do que eu digo". Eu desejo que você descubra por você mesmo o que é bom para você, não para mim."

Byron Katie - Loving What Is

E esta é a minha experiência! Quantas vezes já fui fundo dentro de mim para encontrar a paz e a alegria que sempre por lá estiveram.....

Esta ferramenta me permite questionar todas as crenças que me fazem sofrer. Tanto as crenças aparentes quanto aquelas que estão escondidas.....

Namastê

Sexta-feira, Novembro 03, 2006

Objetivo deste Blog

Depois de conhecer Byron Katie, no México em 2001, senti-me inspirado a usar esta maravilhosa ferramenta em minha própria vida.

Desde esta época, estou apaixonado pelo The Work.

Apaixonado pela sua simplicidade e profundidade.

Apaixonado pelo seu poder de cura.

Meu objetivo com este blog é possibilitar que esta ferramenta possa chegar a você, ao mesmo tempo em que permite com que eu possa ensinar algo que eu quero aprender.

Neste sentido, o exercício de postar neste blog faz parte da minha caminhada de cura.

Namastê