21 Formas de Estar em Paz (1/21)
Introdução
O que se segue são práticas simples e poderosas que mostram novas formas de olhar para as circunstâncias da sua vida, e criar novas possibilidades de auto-realização. Estarei postando uma prática por vez, para incentivar que você as utilize e veja por si mesmo a sua eficácia.
1. Revertendo julgamentos
Pratique notar quando você julga ou critica alguém ou alguma coisa. Por exemplo, na fila do supermercado, você pode ficar impaciente porque você imagina que o caixa é desorganizado e antipático. Você pode rapidamente reverter o julgamento que você acabou de fazer e perguntar para você mesmo: “Isto é verdade a meu respeito? Eu sou antipático? (pelo menos algumas vezes, comigo mesmo ou com as outras pessoas?). Eu estou sendo rude comigo mesmo quando eu penso que eu sou rude?”
Este exercício tira a sua atenção do “outro” e coloca a sua atenção em você. Assim, o perdão é uma conseqüência natural. Colocando culpa ou julgando o “outro” deixa você sem o poder de mudar a sua própria experiência; assumindo a responsabilidade pelas suas crenças e julgamentos dá a você o poder de mudá-los.
Lembre-se, além das aparências de quem você está olhando, Deus está sempre disfarçado, ficando bem na sua frente lhe dando a oportunidade de conhecer você mesmo.
O que se segue são práticas simples e poderosas que mostram novas formas de olhar para as circunstâncias da sua vida, e criar novas possibilidades de auto-realização. Estarei postando uma prática por vez, para incentivar que você as utilize e veja por si mesmo a sua eficácia.
1. Revertendo julgamentos
Pratique notar quando você julga ou critica alguém ou alguma coisa. Por exemplo, na fila do supermercado, você pode ficar impaciente porque você imagina que o caixa é desorganizado e antipático. Você pode rapidamente reverter o julgamento que você acabou de fazer e perguntar para você mesmo: “Isto é verdade a meu respeito? Eu sou antipático? (pelo menos algumas vezes, comigo mesmo ou com as outras pessoas?). Eu estou sendo rude comigo mesmo quando eu penso que eu sou rude?”
Este exercício tira a sua atenção do “outro” e coloca a sua atenção em você. Assim, o perdão é uma conseqüência natural. Colocando culpa ou julgando o “outro” deixa você sem o poder de mudar a sua própria experiência; assumindo a responsabilidade pelas suas crenças e julgamentos dá a você o poder de mudá-los.
Lembre-se, além das aparências de quem você está olhando, Deus está sempre disfarçado, ficando bem na sua frente lhe dando a oportunidade de conhecer você mesmo.
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